Formei-me como Clínico Geral na UNAM, no México. Depois fiz estudos e estágio de Medicina Homeopática em Homeopatía de México. Desde então, a prática clínica tem sido o centro do meu trabalho.
Conheci a Homeopatia e decidi aprofundar nesta ciência para tratar a pessoa de maneira integral, e chegar à origem dinâmica e vital da doença, e assim conseguir melhor curar, não só tratar as pessoas de maneira sintomática.
Licenciei-me em Medicina Geral na UNAM. Foi também no México que fiz a formação em Homeopatia. Os primeiros anos de prática clínica. A base Unicista que ficou para sempre.
A primeira ida à Índia não foi para praticar Homeopatia. Foi por motivos espirituais, à procura do meu caminho. Mas a maior parte do tempo que lá passei foi mesmo a fazer consulta de Homeopatia, como serviço social. Esse entendimento deu-me uma visão mais holística da Homeopatia, próxima do desenvolvimento espiritual. Voltei muitas vezes depois, em estadias mais curtas, para formação aprofundada nos novos métodos, em Mumbai, Goa e Lonavala, ao todo, quatro vezes.
Dei 2 a 3 seminários de Homeopatia em Londres.
Anos de trabalho intenso na Roménia. O meu trabalho ajudou a inspirar os médicos locais a organizarem-se. O essencial foi criar uma escola para formar homeopatas no país.
Chegada a Portugal. 4 anos a dar aulas. Início de uma prática clínica regular em Lisboa, que se mantém até hoje.
Regresso regular à Roménia para dar seminários anuais na Sociedade Romena de Homeopatia.
Ao longo da carreira, continuei a investir na minha própria formação e atualização, com seminários em diferentes escolas na Holanda, Itália e Reino Unido, quase todos os anos. Recebi também formação na Índia, para onde regressei várias vezes ao longo dos anos.
Apresentação de novos temas na escola eslovaca: gem stones e o MAP system.
Parto sempre da Homeopatia Clássica. Mas ao longo dos anos fui integrando novos métodos, cada um deles uma forma de aprofundar a perceção do caso e de me aproximar do medicamento certo.
Ler o caso à luz da estrutura dos elementos, para situar o padrão de cada pessoa.
As famílias de plantas como mapa para reconhecer sensações e reações comuns.
Chegar à sensação mais profunda que atravessa o caso, para além dos sintomas nomeados.
Um sistema de mapeamento que organiza a informação do caso e aponta o caminho ao medicamento.
O entendimento próprio que reúne todas estas ferramentas numa só leitura, ao serviço da pessoa.
A primeira consulta define tudo. Um espaço de escuta atenta, sem agenda, onde o tratamento começa a tomar forma.