Dr. Gabriel Campuzano Piña na floresta
O que é

Uma terapia que trata
a causa.

A Homeopatia é uma terapia médica que se fundamenta em dois princípios básicos: a força vital do organismo e o princípio de semelhança.

Reconhece a doença como uma perturbação da força vital (energia, prana, chi) do organismo, perturbação que provoca o aparecimento de sintomas a diferentes níveis. Por esse motivo, precisa de ser tratada ao nível dinâmico, ao nível da causa, e não apenas onde os sintomas se manifestam.

O tratamento ajuda a força vital a reencontrar o equilíbrio natural que existe no pleno estado de saúde.

Os Fundamentos

Dois Princípios,
Uma Lógica

A Força Vital

O organismo é animado por uma força vital, a energia que noutras tradições se chama prana ou chi. A doença começa como uma perturbação dessa força. É aí, ao nível dinâmico, que o tratamento tem de actuar.

O Princípio da Semelhança

Reconhecido o padrão dinâmico da doença, ministra-se ao doente um medicamento de padrão idêntico (Homeo). Esse padrão semelhante neutraliza o padrão vital patológico que causa os sintomas. Trata-se a causa, não apenas o resultado.

De onde vem o medicamento

Não só plantas.
Os três reinos.

É um engano comum pensar que a Homeopatia se faz só com plantas. O medicamento pode vir de qualquer parte da natureza. O que se procura não é a substância em si, mas o padrão dinâmico que existe por trás dela.

Reino Vegetal

Plantas, flores, raízes e sementes. É a origem mais conhecida, mas é apenas uma parte.

Reino Mineral

Minerais, sais, pedras e cristais. Substâncias que, em potência, revelam padrões dinâmicos profundos.

Reino Animal

Venenos, uma pena, o leite de um animal, um insecto. Medicamentos como a Lachesis nascem daqui.

E entre outros grupos há ainda o grupo dos imponderáveis: medicamentos preparados a partir de forças como o magnetismo, a electricidade, a luz da lua cheia ou o som. Tudo o que existe no universo pode tornar-se medicamento.

Como Funciona

Medicamentos
dinâmicos.

O tratamento é feito com medicamentos dinâmicos, em Potência Homeopática: medicamentos preparados de forma a desenvolver o padrão dinâmico-energético da substância.

Só assim conseguem influenciar a força vital do organismo a níveis mais profundos, ali onde a doença tem origem. A Homeopatia trata a causa (a doença), e não só o resultado (os sintomas). "Só desta maneira é que existe verdadeira cura."

Na Homeopatia Unicista, é um só medicamento, escolhido para a totalidade do caso, que faz este trabalho. O medicamento pode mudar conforme a evolução do caso.

Máquina de dinamização homeopática: sucussão mecânica de um frasco de medicamento
1 Medicamento dinamizado
Homeopatia Unicista

O Simillimum

O diagnóstico do medicamento escolhido individualmente, O Simillimum, corresponde à totalidade do caso e deve começar a curar todos os sintomas da pessoa…

A acção vai do nível mais profundo, o estado psíquico e emocional, até aos sintomas físicos. O Simillimum pode mudar conforme as necessidades da evolução clínica em direção à cura.

Em princípio, qualquer patologia pode ser tratada com Homeopatia, desde as condições mais comuns, como tosses e alergias, até patologias mais profundas de origem auto-imune.

Estojo de medicamentos homeopáticos e frascos do Dr. Gabriel Campuzano
Perguntas Frequentes

Dúvidas
comuns

O que acontece na primeira consulta?

A primeira consulta dura entre 60 e 90 minutos. É uma conversa aprofundada onde exploramos a totalidade do seu caso: sintomas físicos, estado emocional, história da evolução clínica e pessoal, assim como as sensações particulares. O objectivo é compreender o padrão dinâmico de adoecimento único de cada pessoa. No final, é prescrito o medicamento homeopático indicado para o seu caso.

A Homeopatia pode tratar qualquer doença?

Em princípio, sim. A Homeopatia Clássica trata ao nível dinâmico onde a doença tem origem. Doenças crónicas são a principal indicação: condições auto-imunes, doenças dermatológicas, perturbações do sono, ansiedade, doenças hormonais, condições pediátricas, enxaquecas e muitas outras. Doenças agudas também respondem bem quando o medicamento é bem escolhido. O resultado depende de cada caso e de cada pessoa.

Quanto tempo demora o tratamento?

Depende da condição e da história clínica de cada pessoa. Doenças agudas podem resolver-se muito rapidamente. Doenças crônicas, embora possam melhorar muito rapidamente logo desde o início, exigem um acompanhamento de vários meses para completar a cura. O tratamento é reavaliado em cada consulta de seguimento. Ver: O seguimento após a consulta.

Os medicamentos homeopáticos têm efeitos secundários?

Os medicamentos homeopáticos não têm efeitos secundários nenhuns. Actuam como uma chave dinâmica dentro do organismo para reorganizar as funções. Não existe o suprimir sintomas ou forçar funções fisiológicas. Em alguns casos pode ocorrer uma ligeira agravação inicial dos sintomas no início do tratamento, que sendo normal, se corrige facilmente modificando a potência do medicamento.

Posso fazer Homeopatia em simultâneo com medicação convencional?

O tratamento homeopático é iniciado sem modificar o tratamento convencional; quando se verificam melhorias evidentes, poderão ser diminuídos ou até eliminados alguns dos medicamentos convencionais como analgésicos, anti-inflamatórios. Outros terão que ser mantidos até verificar que não é mais preciso os manter como ansiolíticos ou soníferos, e outros terão que se manter de qualquer maneira como é o caso de doenças incuráveis como por exemplo diabetes tipo 1.

A Homeopatia é segura para crianças e grávidas?

A homeopatia não é só segura para crianças e mulheres grávidas ou no aleitamento devido à ausência de toxicidade ou efeitos secundários dos produtos homeopáticos, mas também é altamente recomendada nestes períodos porque nesta altura é mais necessário recuperar o padrão vital normal do organismo, tanto da mãe como da criança, e assim garantir uma evolução óptima no desenvolvimento, evitando as frequentes doenças comuns nesta fase. Ver: Homeopatia na mulher e na gravidez.

Marcar Consulta

Tratar a doença
na sua origem.

Se procura uma abordagem que olhe para a causa e não apenas para os sintomas, o primeiro passo é uma conversa.